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	<pubDate>Mon, 03 May 2010 17:56:32 +0000</pubDate>
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		<title>Objeto Sonoro nas FunStations</title>
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		<pubDate>Wed, 28 Oct 2009 14:51:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Objeto Sonoro</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Novas]]></category>

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		<description><![CDATA[Todo os CDs do selo Objeto Sonoro estão disponíveis, de graça, em todos os pontos FunStation, no Brasil, Chile e EUA.
Isso mesmo! É gratis e vc pode pegá-los via Blu Tooth ou USB!
veja onde encontrar:
http://www.funstation.com.br/wheretofind.php
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Todo os CDs do selo Objeto Sonoro estão disponíveis, de graça, em todos os pontos FunStation, no Brasil, Chile e EUA.</p>
<p>Isso mesmo! É gratis e vc pode pegá-los via Blu Tooth ou USB!</p>
<p>veja onde encontrar:</p>
<p><a href="http://www.funstation.com.br/wheretofind.php" target="_blank">http://www.funstation.com.br/wheretofind.php</a></p>
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		<title>Huaska</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Apr 2009 13:39:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>regis</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Bandas]]></category>

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		<description><![CDATA[Em 2003, quatro músicos se juntam para fazer rock alternativo. Até aí, normal. Mas a parte alternativa do rock que eles iriam fazer é o samba e a bossa nova. Uma inversão de valores, num país onde o alternativo é o rock. Daí surgiu o Huaska, para afirmar a brasilidade no rock, para assegurar a esse [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em 2003, quatro músicos se juntam para fazer rock alternativo. Até aí, normal. Mas a parte alternativa do rock que eles iriam fazer é o samba e a bossa nova. Uma inversão de valores, num país onde o alternativo é o rock. Daí surgiu o <a href="http://www.myspace.com/huaska" target="_blank">Huaska</a>, para afirmar a brasilidade no rock, para assegurar a esse ritmo tão americano uma particularidade tupiniquim, transformá-lo e transportá-lo para o país do samba, do carnaval, do botequim, sem perder seu peso.<span id="more-123"></span></p>
<p>As guitarras distorcidas e o vocal forte e bem colocado continuam sendo a marca do Huaska , mas se em “E Chá de Erva Doce” o Huaska já fazia essa mistura de bossa nova com rock, em “<a href="http://vids.myspace.com/index.cfm?fuseaction=vids.individual&amp;videoid=53919871" target="_blank">Bossa Nenhuma</a>” vai deixar isso ainda mais forte, introduzindo nas músicas instrumentos como o tamborim, representante típico do samba.</p>
<p>A música “ O Machete”, baseada no conto homônimo do Machado de Assis (nada mais brasileiro) mostra um pouco essa divisão, essa eterna luta interna entre o clássico e o popular, que pode ser traduzida no Huaska por meio desse equilíbrio sutil entre o samba e o rock, essa necessidade de carregar os dois ritmos, juntos, mesclados. Essa necessidade de se afirmar, não uma banda brasileira de rock, mas uma banda de rock brasileiro.</p>
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		<title>Huaska</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Apr 2009 04:02:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Objeto Sonoro</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[Baixar em MP3Ouvir no MySpace
Em 2003, quatro músicos se juntam para fazer rock alternativo. Até aí, normal. Mas a parte alternativa do rock que eles iriam fazer é o samba e a bossa nova. Uma inversão de valores, num país onde o alternativo é o rock. Daí surgiu o Huaska, para afirmar a brasilidade no [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.objetosonoro.com.br/site2009/?p=3"><img class="alignnone size-full wp-image-4" title="huaska_bossanenhuma" src="http://www.objetosonoro.com.br/site2009/wp-content/uploads/2009/03/huaska_bossanenhuma.jpg" alt="huaska_bossanenhuma" width="460" height="460" /></a><a class="wp-caption" href="http://rapidshare.com/files/205014947/Huaska_-_Bossa_Nenhuma.rar" target="_blank">Baixar em MP3</a><a class="wp-caption" href="http://www.myspace.com/huaska" target="_blank">Ouvir no MySpace</a><span id="more-3"></span></p>
<p>Em 2003, quatro músicos se juntam para fazer rock alternativo. Até aí, normal. Mas a parte alternativa do rock que eles iriam fazer é o samba e a bossa nova. Uma inversão de valores, num país onde o alternativo é o rock. Daí surgiu o <a href="http://www.myspace.com/huaska" target="_blank">Huaska</a>, para afirmar a brasilidade no rock, para assegurar a esse ritmo tão americano uma particularidade tupiniquim, transformá-lo e transportá-lo para o país do samba, do carnaval, do botequim, sem perder seu peso.</p>
<p>As guitarras distorcidas e o vocal forte e bem colocado continuam sendo a marca do Huaska , mas se em “E Chá de Erva Doce” o Huaska já fazia essa mistura de bossa nova com rock, em “<a href="http://vids.myspace.com/index.cfm?fuseaction=vids.individual&amp;videoid=53919871" target="_blank">Bossa Nenhuma</a>” vai deixar isso ainda mais forte, introduzindo nas músicas instrumentos como o tamborim, representante típico do samba.</p>
<p>A música “ O Machete”, baseada no conto homônimo do Machado de Assis (nada mais brasileiro) mostra um pouco essa divisão, essa eterna luta interna entre o clássico e o popular, que pode ser traduzida no Huaska por meio desse equilíbrio sutil entre o samba e o rock, essa necessidade de carregar os dois ritmos, juntos, mesclados. Essa necessidade de se afirmar, não uma banda brasileira de rock, mas uma banda de rock brasileiro.</p>
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		<title>Alla Prima</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Apr 2009 21:52:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Objeto Sonoro</dc:creator>
		
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			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.objetosonoro.com.br/site2009/?p=146"><img title="Alla Prima" src="http://www.objetosonoro.com.br/site2009/wp-content/uploads/2009/03/alla-460.jpg" alt="Alla Prima" width="460" height="460" /></a><a class="wp-caption" href="http://rapidshare.com/files/221470636/alla_prima-the_complete_anthology_vol1.zip.html" target="_blank">Baixar em MP3</a><a class="wp-caption" href="http://www.myspace.com/allaprimasp" target="_blank">Ouvir no MySpace</a><span id="more-146"></span></p>
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		<title>Dest_lado</title>
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		<pubDate>Sun, 01 Mar 2009 03:12:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Objeto Sonoro</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[Baixar em MP3Ouvir no MySpace
Receita para se embebedar:
Ingredientes:
2 baixos
2 baixistas
2 bateristas
1 bateria
2 microfones
2 vocalistas
Misture os 2 baixos com os 2 baixistas e ligue tudo no amplificador.
Em seguida faça caber 2 bateristas em 1 bateria.
Por último acrescente os 2 vocalistas aos 2 microfones.
Os microfones não precisam ser necessariamente novos. Nem os vocalistas.
Não adicione guitarra nem DJ. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.objetosonoro.com.br/site2009/?p=18"><img class="alignnone size-full wp-image-17" title="dest_lado_leiseca" src="http://www.objetosonoro.com.br/site2009/wp-content/uploads/2009/03/dest_lado_leiseca.jpg" alt="dest_lado_leiseca" width="460" height="460" /></a><a class="wp-caption" href="http://www.mediafire.com/?mwyzm5llgyx" target="_blank">Baixar em MP3</a><a class="wp-caption" href="http://www.myspace.com/eubebo" target="_blank">Ouvir no MySpace</a><span id="more-18"></span></p>
<p>Receita para se embebedar:<br />
Ingredientes:<br />
2 baixos<br />
2 baixistas<br />
2 bateristas<br />
1 bateria<br />
2 microfones<br />
2 vocalistas</p>
<p>Misture os 2 baixos com os 2 baixistas e ligue tudo no amplificador.<br />
Em seguida faça caber 2 bateristas em 1 bateria.<br />
Por último acrescente os 2 vocalistas aos 2 microfones.<br />
Os microfones não precisam ser necessariamente novos. Nem os vocalistas.<br />
Não adicione guitarra nem DJ. Pode azedar.</p>
<p>Todos os ingredientes devem estar previamente regados a conhaque ou algum destilado de sua preferência.<br />
Colque uma pitada de Sophia Reis e um pouquinho de Paulão, de preferência da marca Velhas Virgens.<br />
Bata com vigor durante 34 minutos.</p>
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		<title>Borderlinerz</title>
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		<pubDate>Sat, 28 Feb 2009 17:12:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Objeto Sonoro</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[Baixar em MP3Ouvir no MySpace

A primeira vez que eu vi os Borderlinerz foi naquele projeto São Paulo Independente, no ano de 2003 ou 2004. Eu tinha apenas 16 anos e não podia entrar nas casas de shows, então, quando fiquei sabendo desse evento, fui em todas as edições, mesmo sem conhecer direito as bandas. Tinha [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.objetosonoro.com.br/site2009/?p=60"><img class="size-full wp-image-62" title="borderz460" src="http://www.objetosonoro.com.br/site2009/wp-content/uploads/2009/03/borderz460.jpg" alt="Borderlinerz -A Verdade Sobre a Mentira" width="460" height="460" /></a><a class="wp-caption" href="http://rapidshare.com/files/211256532/Borderlinerz_-_A_verdade_sobre_a_mentira.rar.html" target="_blank">Baixar em MP3</a><a class="wp-caption" href="http://www.myspace.com/borderlinerz" target="_blank">Ouvir no MySpace</a></p>
<p><span id="more-60"></span></p>
<p>A primeira vez que eu vi os <strong>Borderlinerz </strong>foi naquele projeto São Paulo Independente, no ano de 2003 ou 2004. Eu tinha apenas 16 anos e não podia entrar nas casas de shows, então, quando fiquei sabendo desse evento, fui em todas as edições, mesmo sem conhecer direito as bandas. Tinha acabado de descobrir que havia vida além da mesmice que tocava nas rádios e queria conhecer tudo!</p>
<p>Virei fã dos Borderz na mesma hora que vi o trio posudo, roqueiros charmosos que ainda cantavam em inglês e se jogavam na bateria no fim do show, para o desespero dos produtores. Que demais! Persegui os roqueiros charmosos por todas as baladas que me permitiam entrar com o RG claramente falso. Comprei CDs, roubei cartazes, tirei fotos e pedi autógrafos, tudo como manda o figurino.</p>
<p>Até que a febre passou, aquela sede por coisas novas fez com que eu esquecesse a banda que me introduziu no mundo underground paulistano e partisse para outras sonoridades. Mas eis que, em 2008, cai em minhas mãos <strong>A Verdade Sobre a Mentira</strong>, o terceiro disco dos Borderlinerz. Veio aquela nostalgia gostosa, lembrei daqueles “velhos” tempos.</p>
<p>Hoje, com 21 anos, sinto aquela mesma paixão e vontade de gritar YEAH! ouvindo o Zeh cantar. A banda melhorou tecnicamente sem perder a essência. Hoje, como um trio (Fil, guitarra e Paulo, bateria), eles <strong>abandonaram de vez o inglês</strong>. Agora podemos perceber com clareza as letras provocativas que saem da garganta meio rouca do galante vocalista. Elas falam sobre sentimentos do jeito que a gente gosta, sem ser piegas como essa avalanche emo que contagiou como uma doença os adolescentes de hoje. Um exemplo é “Amor Infinitivo” - <em>“Se eu pular do sexto andar, é por você/ E até mudar o meu jeito de pensar, é por você/ Trocar de nome, abandonar o rock , é por você”.</em></p>
<p>Mas todas são tão boas que não consigo chutar um hit só. A que eles escolheram para ser o primeiro clipe é “1 Segundo” e já está circulando na internet. Aliás, esse disco já foi lançado na rede no final de 2007, mas agora chega às lojas no formato tradicional de CD com quatro faixas bônus – músicas do segundo álbum O Simplez É Complexo, de 2005. Enfim, em A Verdade Sobre A Mentira, o Borderz consegue chegar à equação musical ideal: uma mescla dos riffs poderosos de guitarra e os solos do primeiro trabalho, Elvis&#8230;(2003), com as tendências iniciadas no segundo álbum, como os refrãos ganchudos, as letras em português, as melodias cativantes. Sem frescuras: rock, pop, amor, tudo aqui. Simples assim e verdadeiro demais. Deu até vontade de comprar o disco e pedir pra eles autografarem o encarte.</p>
<p><em>Lívia Pereira – fã</em></p>
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		<title>Baobä Stereo Club</title>
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		<pubDate>Fri, 27 Feb 2009 04:27:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Objeto Sonoro</dc:creator>
		
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Baixar em MP3Ouvir no MySpace
Baobä Stereo Club é som de gente grande. Gente que passou por bandas, por subgêneros do rock e suas ramificações com o jazz e o erudito, e subitamente desembocou em uma clareira livre e criativa, onde as coisas já não têm rótulos (e as obrigações que eles trazem), mas apenas o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.objetosonoro.com.br/site2009/?p=27"><img class="alignnone size-full wp-image-26" title="baoba_stereo_club" src="http://www.objetosonoro.com.br/site2009/wp-content/uploads/2009/03/baoba_stereo_club.jpg" alt="baoba_stereo_club" width="460" height="460" /></a></p>
<p><a class="wp-caption" href="http://www.megaupload.com/?d=OP5Y0D39" target="_blank">Baixar em MP3</a><a class="wp-caption" href="http://www.myspace.com/baobastereoclub" target="_blank">Ouvir no MySpace</a></p>
<p><span id="more-27"></span>Baobä Stereo Club é som de gente grande. Gente que passou por bandas, por subgêneros do rock e suas ramificações com o jazz e o erudito, e subitamente desembocou em uma clareira livre e criativa, onde as coisas já não têm rótulos (e as obrigações que eles trazem), mas apenas o prazer das infinitas possibilidades a serem exploradas.</p>
<p>Baobä Stereo Club é a guitarra semi-acústica (mais violão, bandolim e piano) de Henrique Diaz, a bateria (e percussão) de Paulo Soares e foi, a princípio, montado como um trio, com a presença da DJ Luci Hidaka nas texturas eletrônicas. O formato os deixava próximos da cena pós-rock paulistana, de Hurtmold, Labirinto e outras bandas. Hoje Henrique e Paulo trazem mais um diferencial para o projeto: as músicas do BSC, mesmo quando parecem espontâneas ou desconstruídas, tem zero de improviso, ao contrário da cena de rock instrumental. Assim, nessa busca pelo rigor e pela justeza de expressão, o duo fugiu de mais um rótulo.</p>
<p>No álbum de estréia, ficaram duas músicas gravadas em ensaio com Luci (“Carnaval em Cabreúva” e “Trump’n&#8217;Bop”) e um remix de M.Takara para “Sem Querer”. A única outra participação do disco é a de Silvia Paes, que toca castanholas em “Para Cachaito”.</p>
<p>O interessante é que essa idiossincrasia do BSC não se converte em incomunicabilidade. Pelo contrário, suas músicas têm encontrado rapidamente canais alternativos de divulgação. O interesse da dupla pelo trabalho de compositores de trilhas parece ter dado uma senha para o destino: uma faixa do duo foi escolhida para a minissérie de “realidade alternativa” da MTV, Teoria das Cordas. Depois, em uma conversa ocasional de mesa de bar em Buenos Aires, Henrique conheceu o cineasta argentino Luis Diaz, que resolveu usar uma outra faixa do grupo no longa-metragem Hoy, la Pelicula. E mais duas músicas estão também na trilha do documentário Reboard, rodado por Alexandre Sesper.</p>
<p>Essa adequação a trilhas diz muito da capacidade do Baobä em criar climas envolventes. Henrique lembra que sua formação em violão clássico fala mais alto. Paulo, filho de jazzista, abusa dos contratempos e alterna o uso das peças de seu instrumento em seqüências muitas vezes improváveis para ouvidos amaciados pelo senso comum.</p>
<p>Baobä Stereo Club, o álbum, foi mixado online, trocando arquivos gravados na casa de Henrique com o produtor Clive Mund, do estúdio Deluxe de Florianópolis. O som de estúdio procura ser fiel às apresentações, algo entre o post-rock, jazz, experimentalismo, música clássica, ritmos latinos e trip-hop. Tudo nos termos do minimalismo, nem tanto porque se trata de um duo, mas porque o instrumental pode ser melhor captado em suas sutilezas. Então, procure um ambiente tranquilo, baixe a luz e se entregue às nove viagens que são as faixas deste disco.</p>
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		<title>Capim Maluco</title>
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		<pubDate>Sun, 01 Feb 2009 04:41:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Objeto Sonoro</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[Baixar em MP3Ouvir no MySpace
Um dos shows mais viscerais de São Paulo, o Capim Maluco foi formado em meados de 2000, no interior do Estado (cidade de Paraguaçú Paulista). Com uma sonoridade vigorosa e empolgante, o grupo é um projeto do guitarrista, vocalista e compositor Rafael Laguna, que o foi aprimorando ao longo de várias [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.objetosonoro.com.br/site2009/?p=36"><img class="alignnone size-full wp-image-38" title="capimmaluco_flamingo" src="http://www.objetosonoro.com.br/site2009/wp-content/uploads/2009/02/capimmaluco_flamingo.jpg" alt="capimmaluco_flamingo" width="460" height="460" /></a><a class="wp-caption" href="http://rapidshare.com/files/211228125/Capim_Maluco_-_Flamingo.rar.html" target="_blank">Baixar em MP3</a><a class="wp-caption" href="http://www.myspace.com/capimmaluco" target="_blank">Ouvir no MySpace</a><span id="more-36"></span></p>
<p>Um dos shows mais viscerais de São Paulo, o Capim Maluco foi formado em meados de 2000, no interior do Estado (cidade de Paraguaçú Paulista). Com uma sonoridade vigorosa e empolgante, o grupo é um projeto do guitarrista, vocalista e compositor Rafael Laguna, que o foi aprimorando ao longo de várias mudanças de cidade e de formação.</p>
<p>O álbum Flamingo é o salto esperado nessa carreira: repertório pinçado de todas as fases, arredondado pelo power trio (com Rodrigo Bernardes no baixo e Guga Almeida - também do Zefirina Bomba - na bateria), que é a formação atual. “O Capim vem evoluindo, dos três acordes para influências até de jazz”, diz Rafael. Mas o resultado do disco é coeso. A mesma pegada garageira, tanto em composições antigas como a porrada de abertura, “Endoidar”, até as mais recentes “Wasted’n’Old”, ou “Fííí”. Essa última é parceria com o baixista Rodrigo, que também é guitarrista em bandas mais jazzy e experimentais, como Freetools e Zappanois. Aliás, a nóia sonora de “Fííí” ganhou em estúdio o reforço do sax tenor de Márcio Negri, que toca, entre outros, com o saxofonista Bocato. Destaques também são “Fool”, outra composição recente, que tem uma sonoridade mais moderna e dançante, quase um disco-punk, e a climática instrumental “Momento”, que fecha o álbum. Serginho Serra, do Ultraje a Rigor, é o outro convidado do CD, em “Revolta do Vizinho”.</p>
<p>“O conceito deste álbum foi fazer uma coisa mais distinta, sem perder o ataque da banda”, diz Rafael. De fato, a capa sóbria e classuda de Flamingo está a anos-luz de distância da capa da primeira demo, Real Mundo Imaginário, que trazia uma foto (verdadeira) de Rafael de porre, vomitando. Mas também é verdade que a banda não perdeu uma gota de sua contundência original. Tanto que algumas das faixas dessa demo foram regravadas com cuidado especial e permanecem atuais”.O o produtor Carlos “Blinque” Milhomem (boss do selo e estúdio Objeto Sonoro, junto com Alê Manso) diz que o trabalho em estúdio foi exatamente burilar os detalhes – inclusive microfonias que parecem estar lá por acaso, ou solos trabalhados –, mas sem abrir mão da intensidade do grupo, que foi exatamente o que conquistou o pessoal do Objeto Sonoro.</p>
<p>Rafael ouviu o rock dos anos 90 – Nirvana, Sonic Youth, Mudhoney, Pavement, Dinosaur Jr., Superchunk, Smashing Pumpkins, Foo Fighters, Yo La Tengo, Queens of the Stone Age – como porta para pesquisar a psicodelia e a contracultura dos anos 60 e 70, particularmente em sua vertente mais pesada e experimental – Hendrix, Led Zeppelin, Doors, Zappa, Humble Pie, Stooges, MC5, King Crimson. O resultado é o que o guitarrista chama de “grassrock” ou de “rockelétricodistorsion”. Tem a ver com stoner-rock? “Tem”, diz Rafael, “mas o QOTSA, por exemplo, tem cinco malucos – nós somos só três malucos, o que determina mais simplicidade” (risos). Rafael também não se incomoda em filtrar essa mistura aos poucos, sem prazos nem pressão para gravar entre a agenda de shows da banda, “tipo Pati Smith” (risos), conquistando aos poucos boa repercussão entre a mídia especializada e o público.<br />
Rafael também tem um projeto paralelo, o Your Ass on Fire, com Davi Rodriguez (Ecos Falsos) e Sophia Reis, atriz e “VJ” da MTV Brasil.</p>
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